"Reading, in other words is not an exercise in burrowing into the words for their "real" meaning but rather a matter of producing relations among signifiers that have no "natural" or "essential" meaning." (The Theory Toolbox, 25)
Não tivemos uma leitura específica nesta semana, mas tive algum tempo para revisar algumas das leituras que fizemos na aula anteriormente, inclusive The Theory Toolbox. Se houvesse somente uma coisa que aprendi neste livro que "there is no such thing as natural fact" (6). Na minha vida inteira parece que foi ensinado, seja por acidente ou propósito, pelos meus professores a procurar um fato. Só um! Minha mente trabalhava assim havia muito tempo. Quando eu lia literatura, ou lia perguntas dum exame, ou seja que fosse, sempre buscava uma resposta concreta. Um significado sempre implicado. Mas vivemos numa vida da teoria, especialmente no mundo da literatura. Há alguns aspectos do fato mesmo, como problemas matemáticos. Mas esses problemas e soluções não começaram sem teorias? As pessoas andam a ter opiniões, ideais, e repostas sobre vários assuntos--é Miley Cyrus humana? Obama é um bom presidente? Todas terão opiniões sobre essas coisas que eles vão chamar "fato," mas em verdade, são teorias. "Everything is suspicious." (6)
É essa regra que traz cor e beleza para a leitura. Se pensarmos, teremos que ler assim também. Ler não é simplesmente perder-se nas palavras dum livro a fim de achar o significado "real", mas produzir relações entre as palavras que não tem um significado "natural". Ler deve ser usar todos os recursos do livro, todos os contextos para encontrar significados e propósitos escondidos que fazem com que nós aprendamos mais. Ler é imaginar usando provas do texto. Ler não é o "o que" do livro e significado, mas de fato é o "como". Não se pode estar satisfeito com uma resposta, mas disposto de ouvir e estar abertos para muitas.
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