Thursday, October 24, 2013

Epílogos

"Que Falta nesta cidade?………..Verdade
  Que mais por sua desonra?……..Honra
  Falta mais que se lhe ponha………Vergonha."

O poema escrito por Gregório de Matos discute a corrupção e injustiça da Bahia numa estrutura que parece estar a reunir o povo para revoltar. É um poema cheio de paixão para o brasil com o propósito de chamar a gente à atenção. Na sua sátira, o Matos usa uma estrutura única de perguntas retóricas, de reticência e de rima para revelar a realidade de que a Bahia é corrupta.

É óbvio para o leitor saber que o poema tem um tom negativo ao ver as palavras nos versos verticais, mas é a maneira que Matos usa a estrutura do verso vertical que chama mais atenção ao significado. Cada frase começa com uma pergunta retórica e uma reticência dando tempo para o leitor pensar nas possibilidades. A reticência dá a ideai que a pergunta não será respondida, mas ironicamente o autor responde essas perguntas. O uso dessa estrutura tem dois propósitos: 1. O fato que ele usa uma palavra só ousadamente mostra que é para chamar a audiência ao revolto (Verdade, Honra, Vergonha, Usura)--podemos dizer que ele está a reunir os tropas; 2. Para revelar ao leitor a natureza corrupta de terra que se refere.

Matos também usa uma rima para ajudar o leitor ligar-se com as qualidades corruptas da Bahia: "O que falta nesta cidade?…verdade). Toda a estrutura é para fazer com que esses temas e características fiquem na mente do leitor. Assim, a audiência sabe claramente das respostas ousadas que a Bahia é corrupta e precisa de mudar.

Thursday, October 17, 2013

Amor é um fogo que arde sem se ver

"Amor é um fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente...é um não querer mais que bem querer."

Camões mostra por meio de anáfora, antítese, e pergunta retórica que o amor é incompreensível e que realmente não tem uma definição definita.

Ele estrategicamente usa a anáfora para apanhar a atenção do leitor a fim de estabelecer a definição indefinita do amor. A palavra que se repete durante do poema é "é." Essa ferramenta faz com que os leitores vejam a importância da palavra "amor". Isso é crucial porque ao os leitores prestarem mais atenção as frases iniciadas com "é"eles poderão dar importância ao uso de antítese que estabelecem o significado do poema.

A ilustração feita por antítese mostra que o amor não se compreende nem embora precisemos dele. Mesmo do início Camões diz "é ferida que dói e não se sente." Doer significa causar dor a uma parte do corpo físico. Então o fato que ele diz a ferida dói e não se sente cria uma confusão na mente do leitor. Como é que pode ser os dois? Mais tarde ele diz "[amor] é um andar solitário por entre a gente." Essas são duas ideias opostas e diferentes que se usam para faz confusão entre a mente do leitor. O autor faz isso para que nós não consigamos compreender o significado real do amor assim mostrando o tema e propósito do poema.

A pergunta retórica que Camões faz no fim deixa o leitor não sabendo mesmo o que é o amor: "Mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo amor? Esta pergunta ilustra, como a antítese, duas ideais--amor é em seu favor mas contrário a si. É uma pergunta que chateia e acaba por confundir o leitor! Enfim, a definição do amor nunca é compreendida criando uma imagem conflitante do que é o amor.

Tuesday, October 8, 2013

Homem No Mar

"Agora não sou mai responsável por ele; cumpri o meu dever, e ele cumpriu o seu...ele não estava fazendo nenhum gesto a favor de alguém, nem construindo algo de útil; mas certamente fazia uma coisa bela, e a fazia de um modo puro e viril." (página 92)

A crónica de Rubem Braga, fala dum acontecimento teve a ver um homem a nadar na praia. Ele ficou o vendo e anotando cada movimento daquele "nobre animal"e ponderando sobre a beleza do momento. Mas qual é a verdade dessa crónica? O que o autor está tentando dizer?

A citação diz que "não sou mais responsável por ele," que revela a obrigação que o autor sente dele mesmo. Porque tem obrigação? Bem, como nós aprendemos, ele vê o homem a nadar como um "correto irmão." A crónica não somente está falando sobre a beleza dum homem a nadar, mas fala sobre o amor do irmão. Naquele tempo todo, o autor sentiu que precisava de acompanhá-lo para que pudesse testemunhar com seu irmão que ele atingisse o telhado vermelho...a sua meta."E ele o antigiu."

Talvez não fosse o apoio mais alto, nem poderoso; não obstante, foi um apoio que deu ao seu irmão por fazer algo "de um modo puro e viril." Ao ler, sinto-me a relação que irmãos têm é algo também puro e viril. É poderoso. Acho que o Sr. Braga queria que os leitores entendessem esse ponto, que o amor e o apoio dos irmãos são essenciais na sociedade por que nos "faz bem."

Friday, October 4, 2013

Estão Apenas Ensaiando

"Desanca o diretor, diz que não dá para mostrar desespero com um texto daqueles, inverossímil...[no] mundo do lado de fora esteve perfeito na pele do lavrador em sua súplica diante da morte." (página 74 e 76

Porquê escreve um conto assim? Qual é o significado? Bem, não sei perfeitamente, mas se eu percebi pelo menos algumas partes desse conto, então eu acho é meu dever para esforçar-me a entender o texto. É interessante como o autor do texto usa ironia para ensinar-nos o seu ponto. "Estão apenas ensaiando" é repetido várias vezes como se o autor estivesse a lembrar-nos de cada momento. Mas enfim, a ironia é que "o ensaio" torna-se real. O homem a agir como o lavrador não conseguia agir com um texto "inverossímil." O diretores continuavam a pará-lo durante do ensaio para corrigi-lo, até no final, ele agiu perfeitamente porque perdeu no "mundo do lado de fora" a sua mulher. Não foi apenas um ensaio.

A ironia ajuda-nos ver que na leitura há uma ligação no mundo irreal (os textos, livros) e o mundo real. Essa ironia não somente é um desafio, mas também um aviso. Quantas vezes no temos achado como o homem lavrador, não percebendo o texto e não conseguindo entender o sentimento do momento. É um desafio como leitores de esforçar-nos mentalmente para entender os textos que lemos. Pode-se sentir emoção por causa duma caneta e papel. No obstante, o autor também deixa um aviso. Vemos que o lavrador finalmente "esteve perfeito," mas era por causa da realidade na sua vida. Finalmente entendeu o texto, mas por um preço. O autor está a avisar-nos que se desistirmos de entender um texto, um dia o nosso mundo e o mundo do texto serão ligados e teremos que sentir uma dor tal como o lavrador para realmente entender: "compreende que por um instante encarnou de fato o lavrador...por uma trapaça do destino, tornou-se o próprio lavrador..."

O autor só pede que façamos um esforço mental para compreender os textos que lemos para que nos preparemos para o futuro e nos tornemos pessoas mais sábias.